Álvaro Gonzaga, organizador da série “Vade Mecum – Prática OAB”, observa que após o VI Exame Unificado, elaborado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), é possível perceber que a prova começa a ter um padrão, o que diminui as chances do candidato se surpreender com o nível de dificuldade ou assunto cobrado.
“Na maioria das áreas não houve surpresas e começa a se delinear o que a banca examinadora da FGV espera de um advogado em sua prática profissional”, explica Gonzaga. Segundo ele, fica cada vez mais claro que a OAB espera que o bacharel tenha a capacidade de relacionar a prática cotidiana com aquilo que é ensinado nas faculdades.
Para o professor Darlan Barroso, do Complexo Educacional Damásio de Jesus, o nível de exigência ficou dentro do previsto. Porém, caso o aluno tenha encontrado muitas dificuldades, ele deve ficar tranquilo e esperar a divulgação do resultado com o nome dos aprovados.
“O aluno deve ter tranquilidade e analisar as correções da sua prova, mas é importante esperar o espelho e manter a calma até o dia em que sair a lista de aprovados”, orienta.
O professor Gonzaga comenta que em conversa entre professores das áreas presentes na 2ª Fase, a noção geral é que os temas das peças e das questões têm mantido as características e o estilo dos últimos exames.
Fonte: Última estância
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