Enquanto o cargo de técnico judiciário, que é dividido em seis especialidades, concentra 49.683 participantes (12.282 no Espírito Santo e 37.401 no Rio), o de analista judiciário, partilhado por 22 especialidades, conta com 69.902 (14.381 no Espírito Santo e 55.521 no Rio).
Os locais e horários da primeira etapa do concurso, que consistirá de exame objetivo (todos), redação (analista das áreas administrativa e judiciária) e estudo de caso (técnico da área de apoio especializado em informática), sairão no próximo dia 16, em edital específico. A duração da fase irá variar de três a quatro horas e meia.
As provas serão aplicadas, no Estado do Rio, na capital, Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes, Itaperuna, Macaé, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, Três Rios e Volta Redonda. Já no Espírito Santo, haverá testes em Vitória, Cachoeiro de Itapemirim e Colatina. Se houver necessidade, municípios próximos serão utilizados.
A avaliação objetiva proporá 60 ou 70 questões, dependendo da função, distribuídas por Conhecimentos Gerais (ou Português, para analista das áreas judiciária e administrativa) e Específicos. Para técnico judiciário da área administrativa sem especialidade, a parte de Conhecimentos Gerais abrangerá 30 perguntas, sendo metade (15) de Matemática e Raciocínio Lógico.
Segundo o professor Carlos André, que ensina a disciplina no curso preparatório Academia do Concurso, é preciso saber usar divisão. "É de extrema importância que o candidato saiba diferenciar quando deve aplicar a divisão direta e a inversa. É importante atentar também para a divisão composta, que engloba ambas divisões ao mesmo tempo. Em regra de três, o concorrente precisa ter atenção com problemas de produção individual, nos quais a banca informa a produção individual de cada pessoa e cobra a produção total de ambos", diz.
O especialista também dá dicas em Raciocínio Lógico. "Em conectivos lógicos, destaco o condicional ('se' e 'então'). O candidato tem que estudar as equivalências da condicional. Em problemas de raciocínio lógico abstrato, é frequente a cobrança de sequências numéricas e de letras e também problemas que exigem que se complete figuras. É imprescindível resolver um grande número de exercícios para poder solucionar efetivamente as questões da prova", encerra Carlos André.
Segunda etapa - O concurso, cuja validade é de dois anos, podendo dobrar, ainda será composto por teste prático, para analista da área de apoio especializado em taquigrafia e técnicos da área administrativa (as três especialidades). A prova, prevista para 26 e/ou 27 de maio e 2 e/ou 3 de junho, transcorrerá no Rio e Vitória.
Fonte: folhadirigida.com.br
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